Revista Ciências Humanas https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch <div class="additional_content"> <p>A <strong>Revista Ciências Humanas</strong> (e-ISSN 2179-1120) é um periódico online de natureza interdisciplinar que, a partir de 2021, adotou o sistema de publicação contínua de artigos, para divulgar produções originais, textos inéditos provenientes de pesquisa de campo ou bibliográfica, ensaios, relatos de experiências e entrevistas, publicadas em fluxo contínuo ou dossiês temáticos. Foi criada em 2008 e é gerida pelos programas de Pós-Graduação em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais e de Educação Profissional da Universidade de Taubaté (SP).</p> <p>Está disponível para colaboradores nacionais e estrangeiros, possui conselho editorial cujos membros pertencem a diversas instituições e regiões do país, além de consultores internacionais.</p> </div> Universidade de Taubaté pt-BR Revista Ciências Humanas 2179-1120 <p><strong>As publicações da Revista Ciências Humanas estão registradas sob a licença Creative Commons Attribution CC-BY.</strong></p> <p>1. Os conteúdos dos trabalhos são de exclusiva responsabilidade de seu autor.</p> <p>2. É permitida a reprodução total ou parcial dos trabalhos publicados na <strong>Revista</strong>, desde que citada a fonte.</p> <p>3. 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Caso o trabalho já tenha sido publicado, será imediatamente retirado da base da revista, sendo proibida sua posterior citação vinculada a ela e, no número seguinte em que ocorreu a publicação, será comunicado o cancelamento da referida publicação. Em caso de deflagração do procedimento para a retratação do trabalho, os autores serão previamente informados, sendo-lhe garantido o direito à ampla defesa.</p> <p>9. Os dados pessoais fornecidos pelos autores serão utilizados exclusivamente para os serviços prestados por essa publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.</p> GORDOFOBIA NO ESPAÇO ESCOLAR https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/701 <p class="Standard" style="line-height: 150%; tab-stops: 49.65pt;">Analisando as percepções corporais ao longo do tempo, nota-se que estas sofreram diversas transformações durante o desenvolvimento da humanidade. À vista disto, este estudo tem o objetivo de descrever a trajetória histórica da percepção corporal até o surgimento do preconceito denominado gordofobia que atinge pessoas consideradas acima do peso, especificamente no contexto escolar. A pesquisa de cunho qualitativo se discorre a partir da revisão bibliográfica, tendo como eixo norteador a Teoria Histórico-Cultural que entende o homem em sua totalidade, inclusive, suas relações sociais. Considerou-se que a gordofobia é apreendida como signos, dando sentidos e significados negativos a pessoa gorda, ocorrendo em várias esferas sociais, profissional, econômico, inclusive o escolar, afetando principalmente o sexo feminino e o desenvolvimento das funções psíquicas dos alunos.</p> Valdelice Cruz da Silva Souza Josiane Peres Gonçalves Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-05-28 2021-05-28 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a701 O O RACISMO INSTITUCIONAL COMO VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/688 <p>O racismo institucional subalterniza e estigmatiza a população negra brasileira (negros e pardos). Ele é uma das modalidades que confirmam o Brasil como um dos países que mais violam os direitos humanos no mundo, segundo a Anistia Internacional em 2018. Nesse contexto, a pesquisa procura saber como ele se manifesta através de textos jornalísticos e televisivos, e se institui de maneira totalitária advindo das associações e órgãos institucionais. Por meio do método de "Análise de Conteúdo", aliado à teoria de Hall (2016), este estudo realizou uma análise de uma publicação do ano de 2019 pelo Jornal <em>Extra</em> buscando entender como ocorre a representação dos negros em matérias que circulam neste jornal popular. Os principais resultados ratificaram que esse veículo jornalístico se apropria de linguagens e imagens discursivas que banalizam o racismo institucional, legitimando uma estrutura racista, através de omissões e exercícios que levam em conta o fator racial dos negros do país.</p> Adriana Severo Rodrigues Maria Paula Lopes Araújo Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-04-26 2021-04-26 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a688 SOBERANIA ALIMENTAR https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/669 <p>O direito básico à alimentação é historicamente negado a grande parte da humanidade. Sua garantia depende de um forte enfrentamento às práticas e discursos dos agentes dominantes do sistema agroalimentar capitalista. Esse processo contra-hegemônico vem ocorrendo no terreno da luta de classes e é protagonizado pelos movimentos sociais que levantam a bandeira da soberania alimentar. Essa bandeira, além de garantir a segurança alimentar, proporciona o acúmulo de forças na luta pelos direitos humanos em sua totalidade. A atuação dos povos latino-americanos tem mostrado o poder da agroecologia como um importante instrumento dessa luta, ao possibilitar a condição digna de camponês autônomo diante da expropriação do capital.</p> Raul Miranda Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-03-19 2021-03-19 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a669 OS BENEFÍCIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO MONITORAMENTO DE MÍDIAS SOCIAIS https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/623 <p>O presente estudo busca apresentar a inteligência artificial (IA) como uma alternativa para agilizar o trabalho de monitoramento dos dados nas mídias sociais. Com o crescente volume de informações gerada pelo usuário, a área ganha mais importância a cada ano e precisa evoluir de acordo com as novas tecnologias disponíveis no mercado. Para isso, foi realizada pesquisa com abordagem qualitativa e revisão bibliográfica sobre o cenário da internet no Brasil, no contexto das mídias sociais e monitoramento, seguida de conceitualização da inteligência artificial nas visões de Norvig (2013) e Lima (2014). Passa-se, então, para o entendimento de algumas áreas dessa ciência e os caminhos para solucionar o problema apresentado. Como resultado, o estudo aponta para a possível utilização das soluções de IA dentro de cada etapa do processo de monitoramento, como polarização, tagueamento e análise de conteúdos em fotos e vídeos. Apresenta também a utilização da inteligência artificial nos três momentos principais do monitoramento das mídias sociais: antes, com o planejamento das ações e análise de concorrência; durante, com o foco no atendimento ao consumidor e identificação de oportunidades de negócio; e, depois, com a geração e análise de relatórios. A utilização desta tecnologia tem como propósito tornar mais rápido e eficiente a estruturação de dados e a tomada de decisão do usuário. A pesquisa traz da IA assuntos como o processo de aprendizagem de máquina, utilização de redes neurais artificiais e deep learning.</p> Kaique dos Santos Oliveira Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-03-22 2021-03-22 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a623 ABORDAGENS EM PESQUISAS DE MESTRADO DO PPGE DA UFMG (2016-2019) https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/727 <p>Este estudo possui como objetos de investigação as dissertações de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e parte da seguinte pergunta norteadora: quais as abordagens de pesquisa e as técnicas de coletas de dados permeiam as dissertações do PPGE da UFMG no último quadriênio 2016-2019? A partir dessa indagação, elaboramos este estudo com o objetivo de identificar as abordagens de pesquisa e técnicas de coletas de dados presentes nas dissertações de Mestrado do PPGE da UFMG. Para isso, desenvolvemos uma pesquisa documental, na qual os dados foram obtidos a partir de 159 dissertações do programa em tela. A análise dos dados permitiu constatar que os estudos são, prioritariamente, de abordagem qualitativa, utilizando-se, em sua maioria, de documentos, entrevistas e observações como técnicas de coletas de dados. Este levantamento nos permite refletir sobre as especificidades das pesquisas na área de Educação, especialmente no tocante a utilização das abordagens e técnicas de coletas de dados.</p> Antonio Evanildo Cardoso de Medeiros Filho Paulo Rogério de Lima Lucas Souza Silva Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-04-25 2021-04-25 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a727 CONTRIBUIÇÕES EPISTEMOLÓGICAS PARA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/691 <p>Considerando a atual conjectura acerca das questões contemporâneas, essa pesquisa busca objetivar reflexões epistemológicas que remetam a compreensão da Educação Escolar Indígena e dos Direitos Humanos, por meio de uma abordagem político-histórico-geográfico. Mesmo com inúmeras tentativas amparadas por leis, resoluções, decretos e portarias do governo federal, o cotidiano escolar das escolas indígenas pouco têm se configurado em espaços adequados para o processo de ensino e aprendizagem. Em termos metodológicos, recorreu-se a revisão sistemática da literatura para fomentar as questões indígenas, educacionais e territoriais, a luz de Barbosa e Cunha (2018); Chauí (2000); Fernandes (2018); Ianni (2000); Junior (2018) dentre outros pesquisadores que permeiam as temáticas propostas para a redação do texto. Como resultado, percebeu-se que a cada ano, essas populações estão se reduzindo e os representantes do capital internacional adentrando em seus espaços, com um discurso civilizatório/desenvolvimentista, mas que de fato apresenta cunho totalmente exploratório das terras indígenas corroborado pelas produções examinadas. Portanto, a pesquisa visa contribuir para o campo científico ao recorrer e analisar os documentos e obras literárias, com intuito de compreender os problemas populacionais e educacionais dessas comunidades.</p> Wagner Feitosa Avelino Tácio José Natal Raposo Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-05-25 2021-05-25 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a691 O MOVIMENTO DE MULHERES NO RS E SUA PARTICIPAÇÃO NA FORMAÇÃO DA AGENDA GOVERNAMENTAL https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/665 <p>Este artigo tem como objetivo discutir como o ativismo promovido pelos movimentos de mulheres no Estado do Rio Grande do Sul (RS) influenciou no processo de formação da agenda governamental do candidato Tarso Genro, no contexto pré-eleitoral e eleitoral de 2009 e 2010. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa documental e da realização de entrevistas semiestruturadas com integrantes da Coordenação de Campanha do candidato e com doze militantes dos movimentos de mulheres. Evidenciou-se que a participação dessas militantes foi fundamental para que a pauta de gênero fosse incorporada à agenda governamental do então candidato a governador. A atuação das militantes nesse período possibilitou que, após a vitória do candidato Tarso Genro, as demandas dos movimentos de mulheres fossem incorporadas aos processos de formulação e implementação de políticas públicas e ocorresse a criação de uma estrutura governamental específica para desenvolver essas políticas, a Secretaria de Políticas para as Mulheres.</p> Maria Emilia Guerreiro Oliveira Silvia Virginia Coutinho areosa Cláudia Tirelli Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-03-11 2021-03-11 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a665 GÊNERO, IDENTIDADE DE GÊNERO E ORIENTAÇÃO SEXUAL: https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/600 <p>Este estudo tem por finalidade a investigação sobre as relações sociais que atuam e determinam os significados de gênero, identidade de gênero e sexualidade, se respaldando em como o processo da educação escolarizada se posiciona e atua na relação com o trato destes conceitos em sua estruturação. Presentes aqui, mediante a realização de um levantamento bibliográfico, as definições, que norteiam e executam a manutenção dos conceitos de: gênero, como construído culturalmente e não ligado a sexo biológico; identidade de gênero, os modos de cada Ser se realizar nos contextos sociais dos papéis masculino ou feminino da cultura que o rodeia; e sexualidade, expressada pelos desejos e afetividades individuais. Estas definições apontam que a presença e o convívio com a multiplicidade sejam de gênero, identidade de gênero e sexualidade, habitua e constrói o respeito e dignifica a forma de compreensão destes diferentes conceitos vividos em um contexto social e através da compreensão da existência da opressão contra a diversidade e a busca da garantia de uma norma operante há a possibilidade do processo de aprendizagem da existência da multiplicidade e das diferenças.</p> Marllon Caceres Gonçalves Josiane Peres Gonçalves Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-04-25 2021-04-25 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a600 A EDUCAÇÃO DOS CORPOS E A FEITURA DO GÊNERO NA CONSTITUIÇÃO DAS SUJEITAS TRAVESTIS E TRANSEXUAIS https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/609 <p>Em uma pedagogia da sexualidade, os corpos são constituídos aos moldes da heteronormatividade em um sistema binário que tange ao masculino/feminino, homem/mulher, heterossexual/homossexual com ditames de normativas rígidas para meninos e meninas. Nesse sentido, atenta-se para a importância de refletir sobre a configuração dos corpos e do gênero, uma vez que engendra aos indivíduos desviantes sofrimento ético-político, definindo modos de ser e existir padronizados. Essa pesquisa é produto do Projeto de Iniciação Científica: Psicologia e diversidade sexual – as (trans) experiências na educação de corpos e feitura de gênero de travestis e transexuais no cariri cearense, vinculado ao Grupo de pesquisa Psicologia e Subjetividades Contemporâneas registrado junto ao Centro Universitário Dr Leao Sampaio - UNILEÃO em Juazeiro do Norte-CE. Dessa forma, essa pesquisa tem por escopo problematizar a educação dos corpos e a feitura do gênero na constituição dos sujeitos. Para isso, realizou-se uma revisão bibliográfica com base nos descritores “educação”, “corpo” e “gênero” em autores clássicos sobre a temática em questão e em artigos científicos. Destarte, discute-se sobre as questões que tangem ao biopoder e a domesticação dos corpos na educação, para em seguida refletir a binaridade do gênero e de uma ética da existência em corpos abjetos e por último, investiga-se o lugar dos desviantes, uma zona inóspita e de vida nua. Portanto, ressalta-se que as marcas identitárias de corpo-gênero-sexualidade implicam em forças de relações de poder e resistência em um campo sócio-histórico que envolve repetição de acontecimentos em prol da manutenção das normas e formas micropolíticas de subversividade.</p> Francisco Francinete Leite Junior Isaura Caroline Abrantes Silva Maria Cristina Lopes de Almeida Amazonas Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-05-30 2021-05-30 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a609 AN OVERVIEW ON WELL-BEING THEORIES AND THE ROLE OF INDIVIDUAL RESPONSIBILITY https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/594 <p>This paper aims to make a theoretical review on the main approaches to Well-being and also introduce the subject of Responsibility as an element to be considered in this discussion. Thus, three theories of well-being are presented: the Mainstream Economics, the Happiness Economics and The Capability Approach. Each of them provides considerations about what matters for people’s life and social development. However, none of them contemplates individual responsibility as a relevant component for development. And only The Capability Approach takes account of responsibility, but without furthering the subject. In this sense, the theme of responsibility is defended as having an important role for development and well-being, and could be incorporated by The Capability Approach.</p> Pedro Henrique de Morais Campetti Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-01-26 2021-01-26 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a594 DIÁLOGOS SOBRE A DOCÊNCIA EM PSICOLOGIA NO ÂMBITO DA LICENCIATURA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/628 <p>O presente estudo discutiu a trajetória da formação de professores de psicologia no âmbito da licenciatura, desde a Lei 4119/62 que regulamentou os cursos para esse propósito, até as últimas Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN’s. Problematizou a maneira que a formação de professor de psicologia vem sendo construída no Estado do Rio de Janeiro, bem como suas políticas públicas e ofertas da modalidade da licenciatura. Sua estratégia metodológica foi a análise de documentos na área da psicologia, considerados importantes para esse percurso e os currículos ofertados atualmente. Nesta linda do tempo foram analisados 35 documentos governamentais e de entidades representativas, selecionados pela relevância de contribuição no estudo, sendo a lei que regulamenta a profissão de psicologia no país, todas as Diretrizes Curriculares Nacionais existentes e 31 currículos das IES que ofertam o curso no estado. Neste percurso, percebe-se ainda semelhanças do lugar atual da licenciatura, com toda a luta histórica da formação de professor, ainda sendo um lugar secundário na organização das disciplinas em detrimento do bacharelado, seguido da pouca oferta. Ainda é presente a luta pela construção da identidade desse profissional, até no entendimento de seu campo de atuação. Sinalizando a necessidade de voltar atenção para o lugar das pesquisas sobre a licenciatura, seu campo de saber e entrelaçamento com as questões didáticas e metodológicas, buscando além de reconhecer o saber e a profissão do professor, refletirmos sobre a licenciatura da psicologia com área que vem a contribuir enormemente, com o atendimento das necessidades brasileiras</p> Diôgo Fagundes Pereira Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-01-26 2021-01-26 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a628 HORTAS PEDAGÓGICAS: ANÁLISE DE ARTIGOS PUBLICADOS EM PERIÓDICOS E CONGRESSOS https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/613 <p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Foi realizado levantamento de artigos científicos que abordam pesquisas com foco no desenvolvimento de hortas escolares e com o objetivo principal de analisar sua contribuição pedagógica. Para a realização deste mapeamento, foram consultados artigos publicados em congressos e nos seguintes periódicos: Revista Brasileira de Agroecologia, Revista Pesquisa em Educação Ambiental; Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental; Investigações em Educação e Ciências; Ciência e Educação; Revista Eletrônica de Extensão; Revista Educação Ambiental em Ação; Revista Eletrônica do Mestrado Profissional Ensino, Saúde e Ambiente; Ensino, Saúde e Ambiente e Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, a partir do uso das barras de pesquisa pelo período de 2013 a 2018 em conjunto com os unitermos “horta escolar”, “educação alimentar” e “educação nutricional”. Baseado nas respectivas leituras, os trabalhos destacam a relevância da inserção da horta no ambiente escolar, pois esta possibilita o desenvolvimento de diversas atividades pedagógicas, unindo teoria e prática de forma contextualizada, auxiliando no processo de ensino-aprendizagem e estreitando relações por meio da promoção do trabalho coletivo entre os agentes sociais envolvidos.</span></span></span></p> Lilian Pereira Cruz Alyne Franco Brandão Belizário Virginia Vieira Santos Silva Giovanna Lins Marcos Roberto Furlan Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-01-26 2021-01-26 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a613 CIDADES SAUDÁVEIS E SUSTENTÁVEIS https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/672 <p>O desenvolvimento das cidades fez com que a estrutura urbana se tornasse apta a configurar espaços de exclusões, desigualdades e desprezos ao bem-estar e à qualidade de vida de seus habitantes. Têm-se buscado medidas práticas que objetivem garantir o direito ao ambiente urbano saudável, equilibrado e acessível, sobretudo para os grupos vulneráveis, dentre os quais destacamos as pessoas com deficiência, que são vítimas dos problemas de inacessibilidade e exclusão socioespacial. Adotando-se o método dedutivo, a partir de uma abordagem descritiva e documental de direitos humanos e urbanismo, este trabalho tem como finalidade apresentar criticamente o novo modelo de cidade sustentável e saudável, bem como sua proposta de inversão da lógica de exclusão das pessoas com deficiência, que, atingidas pela ausência de infraestrutura urbana adequada, têm seus direitos humanos violados. Por meio dos novos meios de se pensar o urbanismo, entende-se que as cidades saudáveis e sustentáveis se encontram em constante vínculo com o direito à acessibilidade urbana para pessoas com deficiência. Como direito instrumental, essa categoria permite que a cidade seja usufruída por todos em tom de igualdade, assim como abre vias para que seja utilizada como meio para a realização da inclusão social e do direito à cidade.</p> André Luiz Pereira Spinieli Letícia de Paula Souza Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-02-18 2021-02-18 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a672 PERSPECTIVAS, HÁBITOS E FUNCIONALIDADE DE IDOSOS EM DOIS ESPAÇOS DE INCLUSÃO SOCIAL https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/655 <p>Este estudo teve como objetivo analisar, de forma comparativa, dois projetos sociais com pessoas idosas em situação de boa funcionalidade, observando hábitos de vida, funcionalidade social e familiar, perspectivas de vida e futuro, em um clube social e em uma ONG, localizados na cidade de Porto Alegre, RS. Os dados foram analisados por método descritivo, tendo sido uma pesquisa transversal e exploratória, de junho a setembro de 2019. Foi aplicado um questionário objetivo com múltiplas escolhas, que consistiu em 15 perguntas. Participaram 15 pessoas idosas de cada instituição, com idades a partir de 60 anos. A pesquisa beneficiou os idosos, abordando amplitude de questões nas quais estes estão inseridos. Os idosos reconheceram que costumam se moldar às disponibilidades dos contextos sociais, sem questionar. Puderam absorver novos conhecimentos sobre o que os envolve e se deram conta de que as instituições favorecem em sua qualidade de vida, e que é imprescindível que haja multidisciplinaridade para que consigam suprir suas necessidades na íntegra.</p> Rosvita Beatriz Ullmann Marcon Marcello Ávila Mascarenhas Cleber Gibbon Ratto Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-02-18 2021-02-18 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a655 “PARA NUNCA ESQUECER” https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/677 <p>Discutir a questão dos direitos humanos no atual contexto é tarefa urgente que se impõe à escola, espaçotempo que, ao mesmo tempo em que materializa problemas existentes na sociedade, tem a possibilidade de contextualizá-los, construir críticas e mudanças sociais. Esse artigo se propõe a refletir sobre uma experiência de educação em Direitos Humanos vivenciada em uma escola estadual localizada na Baixada Fluminense. A experiência originou-se de iniciativa da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) para toda rede estadual e materializou-se em um processo de construção de autonomia tanto da escola, que elaborou sua proposta, quanto dos(as) estudantes, que participaram de todo o processo. Trata-se, assim, de uma reflexão sobre a potência das oficinas pedagógicas realizadas a partir de eixos ancorados no cotidiano da escola e negociados com os(as) estudantes. A experiência com as oficinas pedagógicas possibilitou a construção de tessituras de reflexões sobre a (re)produção dos estigmas sociais que rebatem no espaço escolar e sobre a urgência de se (re)pensar o currículo escolar na tentativa de desmistificar a naturalização e normatização da negação dos Direitos Humanos, discriminação e preconceitos.</p> Tiago Dionisio da Silva Nilcelio Sacramento de Sousa Adenir Carvalho Rodrigues Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-03-09 2021-03-09 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a677 REVISTA CIENCIAS HUMANAS https://www.rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/716 Alexandra Magna Rodrigues Copyright (c) 2021 Revista Ciências Humanas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2021-01-26 2021-01-26 14 1 10.32813/2179-1120.2021.v14.n1.a716